Poder, Cura, Libertação, Combate e Amor
Horário:
2ª feira, 08 hs - Terço Mil Ave Marias,19 hs Ministério dos Jovens
3ª feira, 19 hs - Reunião do Conselho
4ª feira, 19 hs - Ensino Doutrinário5ª feira, 08:30 - Aconselhamento Espiritual (Márcia), 18:40 - Missa deCura e Libertação e Adoração ao Santíssimo na RCC, Angelim
6ª feira, 19 hs Ministério da Promoção Humana, Intercessão
Sábado, 08 hs - Grupo de Oração, Aconselhamento Espiritual com Lourival
Às 16 hs - Ministério das Crianças, às 17 hs - Grupo de Oração, Aconselhamento Espiritual com Zélia
Domingo - Ministério da Família
Seja mais feliz tendo um grande encontro com Deus. Venha fazer parte da família efésios 6!
Sede da comunidade: Av. 04, Qda. 31, Casa 69 - IV Cj. Cohab Anil (próximo a churrascaria O Gaúcho).
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 21:54:00 0 comentários
Esperança Cristã
Não é a ciência que redime o homem. O homem é redimido pelo amor. Isto vale já no âmbito deste mundo. Quando alguém experimenta na sua vida um grande amor, conhece um momento de « redenção » que dá um sentido novo à sua vida. Mas, rapidamente se dará conta também de que o amor que lhe foi dado não resolve, por si só, o problema da sua vida. É um amor que permanece frágil. Pode ser destruído pela morte. O ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: « Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor » (Rm 8, 38-39). Se existe este amor absoluto com a sua certeza absoluta, então – e somente então – o homem está « redimido », independentemente do que lhe possa acontecer naquela circunstância. É isto o que se entende, quando afirmamos: Jesus Cristo « redimiu-nos ». Através d'Ele tornamo-nos seguros de Deus – de um Deus que não constitui uma remota « causa primeira » do mundo, porque o seu Filho unigênito fez-Se homem e d'Ele pode cada um dizer: « Vivo na fé do Filho de Deus, que me amou e Se entregou a Si mesmo por mim » (Gl 2, 20).
Neste sentido, é verdade que quem não conhece Deus, mesmo podendo ter muitas esperanças, no fundo está sem esperança, sem a grande esperança que sustenta toda a vida (cf. Ef 2, 12). A verdadeira e grande esperança do homem, que resiste apesar de todas as desilusões, só pode ser Deus – o Deus que nos amou, e ama ainda agora « até ao fim », « até à plena consumação » (cf. Jo 13, 1 e 19, 30). Quem é atingido pelo amor começa a intuir em que consistiria propriamente a « vida ». Começa a intuir o significado da palavra de esperança que encontramos no rito do Batismo: da fé espero a « vida eterna » – a vida verdadeira que, inteiramente e sem ameaças, em toda a sua plenitude é simplesmente vida. Jesus, que disse de Si mesmo ter vindo ao mundo para que tenhamos a vida e a tenhamos em plenitude, em abundância (cf. Jo 10, 10), também nos explicou o que significa « vida »: « A vida eterna consiste nisto: Que Te conheçam a Ti, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste » (Jo 17, 3). A vida, no verdadeiro sentido, não a possui cada um em si próprio sozinho, nem mesmo por si só: aquela é uma relação. E a vida na sua totalidade é relação com Aquele que é a fonte da vida. Se estivermos em relação com Aquele que não morre, que é a própria Vida e o próprio Amor, então estamos na vida. Então « vivemos ».
Surge agora, porém, a questão: não será que, desta maneira, caímos de novo no individualismo da salvação? Na esperança só para mim, que aliás não é uma esperança verdadeira porque esquece e descuida os outros? Não. A relação com Deus estabelece-se através da comunhão com Jesus – sozinhos e apenas com as nossas possibilidades não o conseguimos. Mas, a relação com Jesus é uma relação com Aquele que Se entregou a Si próprio em resgate por todos nós (cf. 1 Tm 2,6). O fato de estarmos em comunhão com Jesus Cristo envolve-nos no seu ser « para todos », fazendo disso o nosso modo de ser. Ele compromete-nos a ser para os outros, mas só na comunhão com Ele é que se torna possível sermos verdadeiramente para os outros, para a comunidade. Neste contexto, queria citar o grande doutor grego da Igreja, S. Máximo o Confessor († 662), o qual começa por exortar a não antepor nada ao conhecimento e ao amor de Deus, mas depois passa imediatamente a aplicações muito práticas: « Quem ama Deus não pode reservar o dinheiro para si próprio. Distribui-o de modo “divino” [...] do mesmo modo segundo a medida da justiça ». Do amor para com Deus consegue a participação na justiça e na bondade de Deus para com os outros; amar a Deus requer a liberdade interior diante de cada bem possuído e de todas as coisas materiais: o amor de Deus revela-se na responsabilidade pelo outro. A mesma conexão entre amor de Deus e responsabilidade pelos homens podemos observá-la com comoção na vida de S. Agostinho. Depois da sua conversão à fé cristã, ele, juntamente com alguns amigos possuídos pelos mesmos ideais, queria levar uma vida dedicada totalmente à palavra de Deus e às realidades eternas. Pretendia realizar com valores cristãos o ideal da vida contemplativa expressa pela grande filosofia grega, escolhendo deste modo « a melhor parte » (cf. Lc 10, 42). Mas as coisas foram de outro modo. Participava ele na Missa dominical, na cidade portuária de Hipona, quando foi chamado pelo Bispo do meio da multidão e instado a deixar-se ordenar para exercer o ministério sacerdotal naquela cidade. Olhando retrospectivamente para aquela hora, escreve nas suas « Confissões »: « Aterrorizado com os meus pecados e com o peso da minha miséria, tinha resolvido e meditado em meu coração, o projeto de fugir para o ermo. Mas Vós mo impedistes e me fortalecestes dizendo: “Cristo morreu por todos, para que os viventes não vivam para si, mas para Aquele que morreu por todos” (cf. 2 Cor 5, 15) ». Cristo morreu por todos. Viver para Ele significa deixar-se envolver no seu « ser para ».
Para Agostinho, isto significou uma vida totalmente nova. Assim descreveu ele uma vez o seu dia a dia: « Corrigir os indisciplinados, confortar os pusilânimes, amparar os fracos, refutar os opositores, precaver-se dos maliciosos, instruir os ignorantes, estimular os negligentes, frear os provocadores, moderar os ambiciosos, encorajar os desanimados, pacificar os litigiosos, ajudar os necessitados, libertar os oprimidos, demonstrar aprovação aos bons, tolerar o maus e [ai de mim!] amar a todos ». « É o Evangelho que me assusta » – aquele susto salutar que nos impede de viver para nós mesmos e que nos impele a transmitir a nossa esperança comum. De fato, era esta precisamente a intenção de Agostinho: na difícil situação do império romano, que ameaçava também a África romana e – no final da vida de Agostinho – até a destruiu, transmite esperança, a esperança que lhe vinha da fé e que, contrariamente ao seu temperamento introvertido, o tornou capaz de participar decididamente e com todas as forças na edificação da cidade. No mesmo capítulo das Confissões, onde acabamos de ver o motivo decisivo do seu empenhamento « por todos », diz ele: Cristo « intercede por nós. Doutro modo desesperaria, pois são muitas e grandes as minhas fraquezas! Sim, são muito pesadas, mas maior é o poder da vossa medicina. Poderíamos pensar que a vossa Palavra Se tinha afastado da união com o homem e desesperado de nos salvar, se não se tivesse feito homem e habitado entre nós ». Em virtude da sua esperança, Agostinho prodigalizou-se pelas pessoas simples e pela sua cidade – renunciou à sua nobreza espiritual e pregou e agiu de modo simples para a gente simples.
Façamos um resumo daquilo que emergiu no desenrolar das nossas reflexões. O homem, na sucessão dos dias, tem muitas esperanças – menores ou maiores – distintas nos diversos períodos da sua vida. Às vezes pode parecer que uma destas esperanças o satisfaça totalmente, sem ter necessidade de outras. Na juventude, pode ser a esperança do grande e fagueiro amor; a esperança de uma certa posição na profissão, deste ou daquele sucesso determinante para o resto da vida. Mas quando estas esperanças se realizam, resulta com clareza que na realidade, isso não era a totalidade. Torna-se evidente que o homem necessita de uma esperança que vá mais além. Vê-se que só algo de infinito lhe pode bastar, algo que será sempre mais do que aquilo que ele alguma vez possa alcançar. Neste sentido, a época moderna desenvolveu a esperança da instauração de um mundo perfeito que, graças aos conhecimentos da ciência e a uma política cientificamente fundada, parecia tornar-se realizável. Assim, a esperança bíblica do reino de Deus foi substituída pela esperança do reino do homem, pela esperança de um mundo melhor que seria o verdadeiro « reino de Deus ». Esta parecia finalmente a esperança grande e realista de que o homem necessita. Estava em condições de mobilizar – por um certo tempo – todas as energias do homem; o grande objetivo parecia merecedor de todo o esforço. Mas, com o passar do tempo fica claro que esta esperança escapa sempre para mais longe. Primeiro deram-se conta de que esta era talvez uma esperança para os homens de amanhã, mas não uma esperança para mim. E, embora o elemento « para todos » faça parte da grande esperança – com efeito, não posso ser feliz contra e sem os demais – o certo é que uma esperança que não me diga respeito a mim pessoalmente não é sequer uma verdadeira esperança. E tornou-se evidente que esta era uma esperança contra a liberdade, porque a situação das realidades humanas depende em cada geração novamente da livre decisão dos homens que dela fazem parte. Se esta liberdade, por causa das condições e das estruturas, lhes fosse tirada, o mundo, em última análise, não seria bom, porque um mundo sem liberdade não é de forma alguma um mundo bom. Deste modo, apesar de ser necessário um contínuo esforço pelo melhoramento do mundo, o mundo melhor de amanhã não pode ser o conteúdo próprio e suficiente da nossa esperança. E, sempre a este respeito, pergunta-se: Quando é « melhor » o mundo? O que é que o torna bom? Com qual critério se pode avaliar o seu ser bom? E por quais caminhos se pode alcançar esta «bondade»?
Mais ainda: precisamos das esperanças – menores ou maiores – que, dia após dia, nos mantêm a caminho. Mas, sem a grande esperança que deve superar todo o resto, aquelas não bastam. Esta grande esperança só pode ser Deus, que abraça o universo e nos pode propor e dar aquilo que, sozinhos, não podemos conseguir. Precisamente o ser gratificado com um dom faz parte da esperança. Deus é o fundamento da esperança – não um deus qualquer, mas aquele Deus que possui um rosto humano e que nos amou até ao fim: cada indivíduo e a humanidade no seu conjunto. O seu reino não é um além imaginário, colocado num futuro que nunca mais chega; o seu reino está presente onde Ele é amado e onde o seu amor nos alcança. Somente o seu amor nos dá a possibilidade de perseverar com toda a sobriedade dia após dia, sem perder o ardor da esperança, num mundo que, por sua natureza, é imperfeito. E, ao mesmo tempo, o seu amor é para nós a garantia de que existe aquilo que intuímos só vagamente e, contudo, no íntimo esperamos: a vida que é « verdadeiramente » vida. Procuremos concretizar ainda mais esta ideia na última parte, dirigindo a nossa atenção para alguns « lugares » de aprendizagem prática e de exercício da esperança.
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 17:59:00 1 comentários
Sonhos, Esperança e Fé
“Justificados, pois, pela fé temos a paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Por Ele é que tivemos acesso a essa graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança de possuir um dia a glória de Deus. E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” Romanos 5, 1-2.5
O Frei Raniero Cantalamessa, na quaresma de 2009, mais precisamente no dia 3 de abril, falando a Bento XVI e seus colaboradores da Cúria Romana disse:
“O segredo da vida está em ter esperança e isso depende da relação que se estabelece com o Espírito Santo. Também nós que possuímos as primícias do Espírito, nós mesmos gememos em nosso interior esperando (cf. Rm 8, 23). Precisamos de esperança para viver e precisamos do Espírito Santo para esperar!”
No Congresso Nacional de 2007, o Senhor nos exortava a guardar a esperança, a voltar a esperar milagres e enfrentar os problemas da vida com fé. Exortava-nos, ainda, a fazer uma revisão de vida, buscando a ordem e o equilíbrio e nos dava aquela linda passagem em Isaías 45, 15-18 para usar em oração no enfrentamento do desequilíbrio e confusão nas nossas vidas. Muitas pessoas que oraram com essa Palavra, que olharam de frente suas vidas à luz dessa Palavra dão hoje testemunho de sonhos realizados, de vida transformada.
Hoje vemos tantas pessoas desanimadas. O que nos cansa e desanima é ver as coisas erradas na nossa vida e entrar numa espécie de fatalismo. E porque vemos as coisas erradas, começamos a reclamar e falamos mal de nossa própria vida e as nossas palavras de murmuração caem como maldição sobre nós mesmos e sobre aqueles que amamos.
Somos convidados a sonhar junto com o Espírito Santo sobre as nossas vidas, pois é Ele que nos dá esperança. A esperança nos salva, nos dá forças para recomeçar, para crer cada vez que essa é a ocasião boa de mudar.
Quantas pessoas desistiram de sonhar! Se o Senhor se compraz em atender aos nossos próprios sonhos, quanto mais não se agradará de atender os sonhos sonhados junto com o Espírito Santo! Devemos pedir a Ele para colocar em nossos corações, sonhos novos, segundo o coração de Deus. “E aquele que perscruta os corações sabe o que deseja o Espírito, o qual intercede pelos santos, segundo Deus.” (Rm 8, 27).
Com essas palavras a nos guiar, comecemos o ano de 2010 sonhando lindos sonhos para nós, nossas casas e nossa missão. Se sonharmos pedindo a ajuda do Espírito Santo, se sonharmos com fé, acreditando que a nossa vida quando colocada diante da presença do Todo Poderoso é uma vida que vai presenciar milagres, então veremos lindas coisas acontecerem em virtude da graça, salvação e redenção de nosso Deus.
Em outubro de 2007, o Senhor nos dizia em profecia: “Erguei a minha cruz sobre os vossos sonhos, a minha cruz que representou a derrota dos sonhos daqueles que pensaram que Eu iria restaurar imediatamente o Reino de Israel, que ao me verem morrer na cruz viram morrer também o seu sonho de libertação das mãos do opressor. Estes não entenderam que Eu os libertei sim do verdadeiro opressor. Quando erguerdes a minha cruz sobre os vossos sonhos, o meu sangue lavará e restaurará corações despontados e descrentes por terem visto tantos de seus sonhos ruírem. Eu lavarei as feridas da mágoa e desapontamento e tristeza profunda no meu sangue redentor. Eu resgatarei a verdade e cortarei e cancelarei toda ilusão e mentira a respeito da felicidade. Eu realizarei cura profunda em vosso interior para que volteis a crer e a sonhar. Eu lavarei no meu sangue a vossa visão para que possais ver os bens futuros que lhes preparei. Lavarei também no meu sangue todos os envolvidos, todas as pessoas das quais dependeis para realizardes vossos sonhos. Eu vos libertarei das amarras da descrença, do fracasso, das palavras de maldição, do fatalismo e vos deixarei livres para sonhar sem traumas, sem medos, sem nada que vos prenda”. A confirmação da profecia veio em Lucas 1, 37.45 “Porque a Deus nenhuma coisa é impossível. Bem aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas.”
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 19:37:00 1 comentários
Confissão, Por que é necessário.
Os padres das paróquias passam juntos de uma comunidade para outra, atendendo às confissões dos fieis. Desde algum tempo a confissão voltou a ser mais procurada pelo povo, depois de uma crise.
Alguns perguntam: ”Por quê confessar os pecados a um sacerdote? Não basta pedir perdão a Deus? O importante não é o arrependimento e o propósito de viver corretamente”?
A resposta é fácil: ”Por que nas doenças ir ao médico? O importante não é tomar o remédio certo e evitar novas doenças”? Sim! Mas como acertar o remédio sem ajuda do médico? Se for um simples resfriado, a gente sabe o que fazer; mas se for um mal perigoso?
Assim é a confissão: para os pecados de fraqueza e incoerência de todos os dias, o bom cristão, antes de deitar se arrepende e pede a Deus; ”Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos ofendeu”. E continua, olhando ao futuro: ”Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”. Quando, pois, participa da Missa, pede perdão das faltas da semana inteira, no ato penitencial; repete seu arrependimento na preparação à Comunhão e vai a receber Jesus para que o ajude a não pecar durante a semana seguinte.
Mas também o bom cristão, algumas vezes por ano vai ao médico espiritual, o sacerdote, pedindo orientação, não somente para se corrigir dos defeitos, mas para aumentar as virtudes.
Mesmo o fato de parar para expor claramente ao médico o mal que nos atormenta, ajuda a esclarecer os sintomas, e entender melhor o que se passa no organismo. Do mesmo modo, as pessoas que vão confessar-se, ao fazer um exame de consciência para expor os pecados, já esclarecem a si mesmas a própria situação espiritual; e o confessor no diálogo seguinte, ajuda ainda mais a descobrir o caminho para corrigir os erros e praticar as virtudes.
Muitos pensam que a confissão seja como um se apresentar ao juiz para dar contas dos males feitos. É um erro! O confessor é um amigo, experto em problemas espirituais, que ajuda a se libertar dos vícios; é mediador diante de Deus, para nos obter o perdão com maior segurança; e nos orienta a evitar os perigos e vencer as tentações.
O confessor é também juiz; mas um juiz conciliador, encarregado por Jesus Cristo de nos ajudar nas lutas espirituais e nos garantir que, vistas as nossas boas disposições, Deus nos perdoa, e nos aplica os merecimentos da paixão e morte de Jesus, mediante a absolvição sacramental.
Muitos continuam anos e anos nos erros e vícios. Não se confessam porque não têm vontade de se corrigir. Mas assim continuam escravos de maus costumes que estragam sempre mais a vida, causando tantos desgostos aos familiares. È a coragem que lhes falta! Arrastam-se na resignação dos vencidos, que escondem a si mesmos a própria fraqueza. É uma vida triste!
Decidir de confessar-se e se apresentar ao sacerdote é já meio caminho andado para mudar. Custa no começo; mas logo depois entra no coração a sensação de ficar livre de um grande peso; é a alegria da pessoa renovada, que se difunde na família inteira e marca o começo de uma vida nova. Parecia tão difícil; e foi tão fácil! Acontece como aos irmãos quando brigam (talvez por futilidades) e ficam depois meses e anos sem se falar. No dia em que fazem as pazes se livram de um peso enorme e reconhecem: ”Me parecia tão difícil pedir desculpa, e foi tão fácil! A alegria agora é tão grande! Por quê atrasei sofrendo por tanto tempo?”
Pe. Pio Milpacher
Congregação de Jesus Sacerdote
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 17:43:00 2 comentários
Deus e a voz da consciência
Deus não só é diferente das coisas, mas também dos nossos semelhantes. É o Criador, que nos dá o ser e quem sabe como nos fez e para o que nos fez.
A revelação cristã diz-nos que saímos d'Ele e que estamos feitos para amá-lo (como filhos). Isto é, que a nossa estrutura interna está pensada e preparada para amar a Deus.
Por isso o 1º Mandamento não é uma imposição externa: é a lei mais íntima e fundamental do nosso ser. Daí a frase famosa de Sto Agostinho: "Fizeste-nos, Senhor, para Ti, e o nosso coração está inquieto enquanto não descansa em Ti". A verdadeira história da nossa vida é a história da nossa relação com Deus.
Amamos a Deus na medida em que o conhecemos. É um processo: à medida que o descobrimos, Ele atrai para si as forças do coração e da mente. Isto descobre-se na intimidade da consciência, que é um eco da sua voz.
A moral adquire então o seu sentido mais pleno. A moral é um estilo de vida baseado na relação com Deus, é a arte de crescer no amor de Deus. Isto distingue a moral da ética, que é o resultado de uma reflexão meramente filosófica.
Mas não existem duas morais, uma de normas e preceitos e outra de amor: a segunda inclui, plenifica e supera a primeira. Deus quis dar-nos princípios e mandamentos morais porque são necessários para educar a consciência, orientam-na nas dúvidas e servem de pauta para verificar se julga retamente.
Dentro dessa moldura (o que devemos evitar e uma ordem de valores), há muitíssimo espaço para a liberdade do homem, para a criatividade, para crescer.
É nesse sentido que diz Sto Agostinho: "ama e faz o que queres" (não ao contrário). Porque se amas a Deus sobre todas as coisas, farás em cada instante o que Deus quer, que é o que te dará a verdadeira felicidade.
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 21:53:00 0 comentários
"Que no ano 2010, o nosso Pai derrame muitas bençãos sobre nós, muita saúde e paz."
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 22:03:00 0 comentários
Natal e consumismo
Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2, 1.11 em relação aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:
"E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém. [...] E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se diante d’Ele O adoraram. Depois, abrindo os seus tesouros, ofertaram-Lhe como presentes: ouro, incenso e mirra."
A Noite de Natal é o momento em que Deus Menino vem fazer morada entre nós. O sinal é a estrela, o cenário é o estábulo, o motivo é comunicar seu amor à humanidade; o presente é o próprio Jesus, a certeza é que Deus, o Emanuel, está conosco.
O momento é de alegria e o grito deve ser de compromisso para que a estrela de Belém continue brilhando e a iluminar os passos de cada um. E que o Menino Jesus nos motive a participar da construção da nova humanidade, aponte o caminho da Boa Nova da Salvação, para que se promova a paz, a justiça e a solidariedade.
O Papa Bento XVI pediu aos católicos que redescubram o significado religioso do Natal, dizendo que não se deve deixar o materialismo dominar essa data, e que as crianças estão crescendo num mundo saturado de ‘falsos modelos de felicidade’ e são atraídas por adultos inescrupulosos para ‘o beco sem saída do consumismo’.
Com pesar constatamos que o Natal tornou-se um tempo de consumismo, quando na verdade precisamos ter consciência de que esta data simboliza o nascimento de Jesus Cristo. E Ele deve nascer não só no dia 25 de dezembro, e sim todos os dias em nossos corações. Presentes, festas e todas as tradições são insignificantes diante da real importância desta data.
O costume de trocar presentes com amigos e parentes foi distorcido não remetendo ao verdadeiro sentido de natal do cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! Até cristãos esquecem muitas vezes de dar o que deviam a Jesus Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Jesus nem de Sua Encarnação para a Salvação de toda humanidade. Na verdade, contudo, vivemos numa sociedade consumista, e acabamos por nos condicionarmos ao meio em que estamos inseridos.
Mas o final do ano nos remete ao exercício da reflexão. Às vezes parece que o tempo está passando mais rápido, quando na verdade somos nós que estamos mais rápidos. Em meio a tanta tecnologia, descobertas, mudanças e acontecimentos, às vezes não paramos para ver o tempo passar. Passamos tão rápido por uma flor que acaba de desabrochar e nem notamos a beleza da natureza. Tudo que aconteceu neste ano curtíssimo passa como um flash por nossa cabeça.
Chegamos ao final do ano com o sentimento de missão cumprida, por mais que muita coisa não tenha sido feita? É um tempo de darmos sorrisos? De perdoar? Orar mais e sermos agradecidos pelas dádivas divinas recebidas durante todo ano que termina? Como pretendemos viver depois que todas estas festas passarem novamente?
Nunca nos esqueçamos: sempre é Natal, pois um Deus de Amor vive no meio de nós!
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 11:20:00 2 comentários
Advento: Tempo de Perdão e Reconciliação
Na Renovação, eu aprendi, ainda no início da caminhada, que ao aceitar Jesus como Senhor da minha vida, começava com Ele uma vida nova que me conduziria por novos caminhos que eu deveria trilhar se quisesse andar com Ele.
Uma das características desse caminho, me diziam, era o da prática constante, diária, do perdão. Assim me ensinaram no Grupo de Oração: “Não vá deitar com ressentimento no coração. Peça para o Espírito Santo ajudá-la a perdoar. Não guarde rancor”, e citavam a passagem em Efésios 4, 26-27. A Palavra diz: “Não se ponha o sol sobre vosso ressentimento”. Isto é, “não deixe para amanhã o perdão que você precisa dar hoje”.
Se por acaso, ao longo do ano, eu ou qualquer outra pessoa do Grupo de Oração tivéssemos nos descuidado, tivéssemos permitido que se instalasse no nosso coração o rancor, a mágoa, o ressentimento, se tivesse acontecido algum problema de relacionamento, se tivéssemos perdão para dar ou para pedir, então tínhamos que consertar isso antes do Natal. O período do Advento é a época de arrumar e limpar o ‘coração’, a fim de deixá-lo preparado para receber o Menino Jesus.
Lembro de muitos testemunhos lindos sobre perdão e reconciliação. Um deles, que recordo agora, é o de um irmão de comunidade que foi injustamente julgado e ofendido por uma pessoa. O Advento chegou e ele pensou: “Não posso continuar com esse problema de relacionamento e com todo o constrangimento que traz cada vez que me encontro com essa pessoa. O cristão deve poder olhar todos nos olhos e é também aquele que dá o primeiro passo. Não importa se sou culpado ou não. Vou procurar a pessoa que me ofendeu e pedir perdão”. Assim ele fez. Foi até a loja onde a outra pessoa trabalhava e lhe disse: “Sei que você está ressentida comigo. Eu vim lhe pedir perdão se fiz alguma coisa que fizesse você se sentir assim. Com toda sinceridade, eu lhe peço perdão”. A outra pessoa, desarmada, lhe disse: “Eu também lhe peço perdão”. Assim eles se reconciliaram e o meu irmão de comunidade testemunhava o peso que lhe saiu do coração e a paz e alegria que se instalaram dentro dele. Com certeza a mesma paz e alegria tomaram conta da outra pessoa também. Creio que quando o nosso desejo de andar retamente diante do Senhor é sincero, nos é dada uma graça especial que nos ajuda a consertar o que está errado em nossa vida.
A moção para este período do Advento é de procurarmos o perdão e a reconciliação com todos. Façamos isso por amor ao Senhor, para prepararmos lugar para Ele em nosso coração. Com certeza, receberemos uma graça especial que vai libertar a nós e aos outros e, no dia de Natal, seremos contados entre os homens de boa vontade, aqueles que recebem a paz que vem do Salvador: “Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens de boa vontade.” (Lc 2, 14). Texto extraído do site oficial da RCC - Renovação Carismática Católica.
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 11:13:00 0 comentários
Vim pra ficar na tua casa
Eu vim ao mundo, numa noite fria e eis que nasci em uma pobre manjedoura pois não havia lugar para mim na hospedaria.
Mesmo diante das circunstâncias que o mundo me ofereceu, recebi um profundo amor de Maria e José meus pais, que antes do meu nascimento prepararam tudo para a minha chegada.
O tempo foi passando e eu fui crescendo em sabedoria e humildade, e fiz a minha opção em buscar as coisas do Pai.
Em virtude desta minha escolha vieram muitas coisas boas, realizei curas, milagres, prodígios, com isso muitas pessoas mudaram de vida, se converteram, passaram a crer em Deus e suas vidas se modificaram. Mas ao aceitar os planos do Criador em minha história, apareceram as dificuldades, tribulações e sofrimentos que me levaram a morte de Cruz.
Apesar de tudo o que passei; se fosse necessário faria tudo novamente, pois o Pai jamais me abandonou, e me ensinou que o significado do amor está em dar a vida por amor ao próximo, e é perdendo que se ganha a eternidade.
E esta é minha história que se comemora a todo ano, recordando o menino que veio salvar o que estava perdido, e você pode se tomar um Salvador de Almas, acolhendo a estas palavras e deixando que eu entre em seu coração "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo"Ap 3,20. "Não temas; de agora em diante serás pescador de homens" Lc 5,10.
'Um Santo Natal e que Jesus e Maria abençoe você e sua família...
E venha um Ano Novo cheio de paz...
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 22:53:00 0 comentários
Nossa Senhora da Imaculada Conceição (dia 08 de dezembro)
Esta verdade reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos Padres e Doutores da Igreja oriental ao exaltar a grandeza de Maria, Mãe de Deus, tinham usado de expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.
A Igreja ocidental que sempre muito amou a Santíssima Virgem tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois era Maria destinada a ser mãe do seu Filho. Isso era possível para a Onipotência de Deus, portanto, Deus, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.
Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria no seio de sua mãe Sant'Ana foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré, pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: "Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós".
No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: "Maria isenta do pecado original".
A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: "Eu Sou a Imaculada Conceição".
Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 19:55:00 0 comentários
Poder, Cura, Libertação, Combate e Amor
Horário:
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3ª feira, 19 hs - Reunião do Conselho
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Cura e Libertação e Adoração ao Santíssimo na RCC, Angelim
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Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 20:25:00 0 comentários
A Verdadeira Confissão
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 21:55:00 1 comentários
Dica de leitura
|
- O desafio de ser jovem |
Outra dica ótima são os livros. Vencendo Aflições, Alcançando Milagres e Quando só Deus é a Resposta, Márcio Mendes. |
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 21:34:00 2 comentários
Viver intensamente as emoções!
Pular de alegria.
Não invadir o espaço alheio.

Apreciar o nascer e o pôr-do-sol.
Amar as pessoas incondicionalmente.
Aproveitar todos os momentos... Fazer trabalho voluntário.
Vencer a depressão!
Confiar na voz da intuição.
Perdoar as pessoas.
Estimular a criatividade.
Não se prender a detalhes.
Brincar como uma criança.
Chorar de felicidade... Deixar para lá.
Ter pensamento positivo.
Respeitar os sentimentos dos outros.
Rir sozinho.
Saber trabalhar em equipe.
Ser sincero.
Encontrar a felicidade nas pequenas coisas.
Entender que somos pessoas únicas.
É dançar sem medo.
Não se apegar a bens materiais.
Respirar a brisa do mar.
Ouvir a melodia suave de uma fonte.
Observar a natureza.
Adorar um dia de chuva.
Ter motivação!
Enxergar além das aparências.
Descobrir que precisamos dos outros.
Esquecer o que já passou.
Buscar novos horizontes.
Perceber que somos humanos.
Vencer a nós mesmos.
Ver a beleza da alma.
Sair da passividade.
Saber que a vida é conseqüência de nossas atitudes... Não procrastinar as decisões.
Mimar a criança interior.
Deixar acontecer... Praticar a humildade.
Adorar calor humano.
Curtir as pequenas vitórias.
Viver apaixonado pela vida!
Visualizar só coisas boas.
Entender que há limites.
Mentalizar positivo.
Ter auto-estima.
Colocar sua energia positiva em tudo que realizar!
Ver a vida com outros olhos... Só se arrepender do que não fez.
Fazer parcerias com os amigos.
Crescer juntos.
Dormir feliz.
Emanar vibração de amor... Saber que estamos só de passagem.
Melhorar os relacionamentos.
Aproveitar as oportunidades.
Ouvir o coração... Acreditar na vida!
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 23:03:00 2 comentários
O mais importante não é o que você faz, mas o que você deixa Deus fazer
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 20:08:00 1 comentários
Oração para libertação espiritual
Ó bendito Espírito Santo, queimai com o Vosso fogo abrasador toda treva instalada dentro de mim, que me consome e impede de ser feliz. Destruí em mim todas as conseqüências dos meus pecados e dos pecados dos meus ancestrais, que se manifestam em minhas atitudes, decisões, temperamento, palavras, vícios. Libertai, Senhor, toda a minha descendência da herança de pecado e rebelião às coisas de Deus que eu próprio lhe transmiti.
Vinde, Santo Espírito ! Vinde, em nome de Jesus ! Lavai-me no Sangue precioso de Jesus, purificai todo o meu ser, quebrai toda a dureza do meu coração, destruí todas as barreiras de ressentimento, mágoa, rancor, egoísmo, maldade, orgulho, soberba, intolerância, preconceitos e incredulidade que existem em mim. E, no poder de Jesus Cristo ressuscitado, libertai-me, Senhor ! Curai-me, Senhor ! Tende piedade de mim, Senhor !
Vinde, Santo Espírito ! Fazei-me ressuscitar agora para uma vida nova, plena do Vosso amor, alegria, paz e plenitude. Creio que estais fazendo isto em mim agora e assumo pela fé a minha libertação, cura e salvação em Jesus Cristo, meu Salvador.
Glórias a Vós, meu Deus !
Bendito sejais para sempre !
Louvado sejais, ó meu Deus !
Em nome de Jesus e por Maria nossa Mãe.
Amém e amém!
Postado por Comunidade Católica Efésios 6 às 19:31:00 0 comentários